Quem Somos? olá! Meu nome é Magda, trabalhei na área de enfermagem, agora artesã e adoro fazer arte….. em crochê e tricô.

Trabalho também como Empreendedora independente vendendo produtos da Forever Living Brasil. Tenho um blog sobre Saúde e Bem Estar – Vida Saudável – Ter auto confiança em seu Estilo de Vida.

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Sempre desde pequena adorava fazer trabalhos manuais, como meu pai e minha mãe, (já falecidos).

Hoje faço vários trabalhos e com muita dedicação e amor. Aqui o porquê de quem somos, amor pela arte, assisto vídeos de várias artesãs famosas , que se dedicam a nos ensinar tudo o que sabem. Então, não tem desculpas , não sei fazer crochê/tricô? Existem vários vídeos no youtube ensinando passo a passo, vamos lá, faça como eu , é uma grande terapia , ajudando-nos a ficar sem estresse, depressão, nosso tempo não fica ocioso. Uma fonte de renda extra.

Abaixo deixe sua sugestão, elogios, dúvidas , e até críticas construtivas. Obrigada!

Como a arte do tricô e do crochê está renascendo

 O tricô e o crochê impulsionam o movimento de revalorização do feito a mão. Os passatempos de nossas avós ressurgem nas passarelas, nos salões de design e nas galerias de arte quase irreconhecíveis. Quase. Pois, apesar de ostentarem tramas avantajadas, aplicações inusitadas em móveis e utilitários, combinações de cores e pontos para lá de ousados, preservam o capricho, o vagar do enlace, a exclusividade intrínseca ao ofício das agulhas. O atrativo maior para quem se deleita entre novelos parece ser um tipo de interação com matérias-primas e instrumentos aparentemente confinado no passado. “Honramos a origem, a fonte de materiais fornecidos pela natureza, seja o algodão, o linho, seja a lã”, atesta Lidewij, que ainda enaltece o caráter gregário do artesanato. Segundo ela, a arte dos fios virou símbolo de um estilo de vida global em que indivíduos rompem com o isolamento unindo-se em comunidades criativas.
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“Hoje, muitos produtos transcendem forma e função e emocionam com sua história.”
Adepta do slow fashion – movimento que preza a confecção manual e cuidadosa de peças únicas e atemporais –, a estilista Anne Galante, de São Paulo, vibra com o momento fértil do feito a mão. Ela produz roupas de tricô e crochê e também abastece sua marca, Senhorita Galante, com itens de decoração e arte. Esqueça croquis e pesquisas intermináveis. Anne tece intuitivamente. O embrião de uma blusa pode perfeitamente germinar como vestido e chegar ao mundo na forma de macacão. A versatilidade dos emaranhados contemporâneos é, segundo ela, o grande chamariz do público feminino. “As mulheres entendem que essas técnicas não são mais coisa da vovozinha. Temos fios e modelagens diferenciados, que conferem ar atual aos modelos”, garante ela. E constata, com satisfação, o reconhecimento da freguesia. “O produto artesanal não pode ser equiparado aos massificados. Meus clientes compreendem o valor agregado das criações.” Alguns demoram até 30 dias para serem concluídos, enfatiza, nos lembrando que nem tudo nesta vida se enquadra na categoria fast. “As tricoteiras não são máquinas. Têm limites e merecem ser valorizadas como artesãs”, defende a estilista, que ainda destaca outro importante viés: “Esse é um ofício absolutamente ecológico, pois não usa energia elétrica, só as agulhas, nem desperdiça material. É possível emendar um rolo no outro ou juntar restos que serão transformados numa composição”.Por tudo isso, Anne é a favor da reinserção dos trabalhos manuais na grade curricular das escolas. Eu também sou a favor. “Trata-se de uma excelente forma de trabalhar coordenação, criação, concentração e habilidade manual, e ainda pode se tornar fonte extra de renda.” Está aí uma bela causa.

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